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 Palánkay Gausz Tibor S.J. (1907-1982)

Sua vida era extraordinariamente diversificada. Nasceu no Estado de Bácska, em Palánkán. Eram oito irmãos, entre eles mais um padre e uma religiosa. Seu pai era professor e organista, a quem  teve muita honra na sua cidade que bem cedo ensinou seu filho Tibor a tocar órgão e violino. Sua mãe era uma senhora muito religiosa, sábia e diligente. A infância de Tibor foi muito bonita, sem dificuldades.

Cursos os estudos médios no Ginásio dos Jesuítas em Kalocsa. Posteriormente estouro a primeira guerra mundial, conseqüentemente não era aconselhável voltar para Palankán a qual até o fim da guerra não pertencia mais a Hungria. Tibor se apresentou na Ordem Companhia de Jesus quando cursa o sétimo ano ginasial. O provincial da época Csávossy Elemér o admitiu para a Ordem da Sociedade de Jesus (S.J.). No final do noviciado em Érd no dia 08 de setembro de 1925 realizou seu voto perpétuo. Após voltou para Kalocsa onde se formou com louvor em 1928.

  

PERÍODOS IMPORTANTES DE SUA VIDA

1928 – 1931: Curso de filosofia em Szeged.

A filosofia é um elemento importante da formação jesuítica. Pe. Tibor formou-se doutor em filosofia. Em sua agenda encontramos sua abertura espiritual para o Crtistocentrismo e o centrismo da Santíssima Trindade. No tempo livre aproveita para passeios e andar de barca.

1931-1934:  Magistério em Kalocsa. 

Após os estudos de filosofia segue o curso de magistério em Kalosca  onde assume também a direção do grupo da “Devoção do Coração de Jesus”. Depois assume o comando do grupo e escoteiros. O que ele mais gostou foi a direção da Congregação Mariana das crianças.

1937 – Ordenação sacerdotal no dia 04 de junho.  

O bispo ordenante foi Glattfelder Gyula na catedral de Szeged.

A pedido do reitor, após a ordenação pregou retiro para as irmãs do Bom Pastor, devido ao seu grande sucesso, houve a solicitação de novas pregações.

1938 - Na catedral de Szeged era uma grande experiência para ele uma pregação de três dias com a catedral lotada. Brevemente transferiram para trabalhar ao lado do mestre dos noviços na Manreza.

1939: Prega retiro para os homens na Manreza.

A partir de 1939 convidam no país  inteiro para pregar retiros nos colégios, associações, nas paróquias, para moças e religiosas. Assim, seu campo de apostolado tornou-se a pastoral das moças para qual antecipadamente pediu licença aos seus superiores e conscientemente se preparou. Porém pensava que com o fortalecimento e a proteção das famílias consegue servir mais o reino de Deus.

O conteúdo dos seus primeiros livros, publicados anualmente, dirigem-se dentro da vocação feminina, sua consciência, autoconhecimento e auto educação, amor e preparação para o matrimônio, vida espiritual, ano litúrgico, devoção Mariana. “Ragyogó Szemek” (“Olhos brilhantes”), seu livro de grande sucesso, chegou a quinta edição. Outro livro de grande sucesso “Jegygyürüért” (“Anel de noivado”), chegou à sexta edição, “Énekeljen szíved is” (“Cante o teu coração”), chegaram à terceira edição. O livro “Há az ö szavát halljátok” (“Quando ouvirdes a sua voz”) fala sobre a vida religiosa e sobre a vida consagrada “fora do convento”

  

1940: No outono foi transferido para Kalocsa, depois para Szatmárnémeti. Em ambos os lugares participa da pastoral espiritual e dirige a congregação dos homens. Ao mesmo tempo prega retiro de três dias pelo menos duas vezes por mês para moças em diferentes cidades.

 

Junto à associação dos universitários católicos, organizou conferências com pregadores renomados para as moças com título “Ideologia acadêmica de moças cristãs”, realizadas em quatro cidades universitárias: Budapest, Pécs, Szeged, Kolozsvár, com 400 a 800 participantes.

1942: No outono, conforme os desejos da pastoral da moças, que havia se espalhado pelo país inteiro, começo a edição de uma revista com o título: “Kedves Hugom” (“Minha querida irmã”). Sua equipe é constituída de quatro colaboradoras com vinte e quatro anos de idade.  Espalharam grande número de exemplares nas escolas e associações. Aqui ajudaram as moças que através de correspondência tornaram-se colaboradoras do padre quando ele foi convocado em 1943 para pastoral militar.  

  

Depois de um ano, na volta do serviço militar foi transferido para a casa dos jesuítas em Kispest onde assume a direção da Associação do amor das famílias. Muda da pastoral das moças para a pastoral das famílias. Em primeiro lugar, divulga no jornal de nome “A Sziv” (O Coração) que a oração de uma família repercute em todas as famílias e através das famílias em toda a comunidade paroquial. Sua intenção é que cada família assuma um dia do mês orando sua hora santa por todas as famílias (31). A família que reza não pensa em si, mas em todas as famílias que rezam na comunidade paroquial. Durante um retiro para os organizadores da hora santa das famílias explicou a importância de influencia e a importância desta oração no corpo Místico de Cristo. A primeira edição da Hora Santa das Famílias escrita pelo próprio padre foi editado 120.000 exemplares.

 Durante o crescimento do movimento da Hora Santa das Famílias formou-se a idéia da imagem da comunidade paroquial orgânica: as trinta e uma famílias, através de sua oração expiatória, seriam aptas para permear toda a comunidade paroquial. Aqui surge a idéias da boa vizinhança e as comunidades familiares. No meio deste tempo edita um novo livro “Két gyürü egy boldogság” em 1948.

Desde o início ele não queria influenciar nem nos seus livros, nem nos retiros, nem com conversas particulares, mas, tentou colocar as moças junto com suas amigas em comunidade.  Sabendo que o homem é um ser comunitário, para desabrochar de sua personalidade é importante o auxílio de outras pessoas. Sabendo disso, aproveitou nos seus livros trechos das cartas recebidas pelos jovens. Ele queria vida, não somente teoria, por isso seus livros servem não somente para meditação, mas pra praticar e conversar em grupos sobre a vida espiritual consciente e a vivência do amor.

Conscientemente buscou auxiliares do país inteiro. Primeiro para que com isso se multiplique por outro lado que a influência das moças é mais eficaz.  A importância da sua didática, tratar no mesmo nível com que consegue dar mais consciência presenteando com a sua confiança quando pediu a colaboração. Com os colegas tentou manter a ligação através de carta ou telefone, no país inteiro. Entre os seus colaboradores algumas perceberam a grandiosidade e o futuro de seus pensamentos e que, mesmo vivendo no mundo queriam consagrar sua vida no trabalho apostólico. Através de um livro “Há az Ö szavát halljátok” (Quando ouvirdes a sua vol.), fez conhecer este caminho novo de vida fora do convento o que já alguns colaboradores já vivenciavam.

Em 1947, com a publicação da Constituição Provida Mater Ecclesia de Pio XII, a qual na Hungria apareceu somente em 1948, em que aprova a vida conforme o comprometimento dos Conselhos Evangélicos no mundo e a vida de apostolado, denominando Institutos Seculares. Organizado sua situação dentro do Direito Canônico. Depois os colaboradores, já espiritualmente preparados depois de um retiro e planejamento fundaram em 23 de janeiro de 1949 a Comunidade Vinculum Caritatis.

Em 1949, padre Tibor é reitor da casa dos jesuítas e Kispest. Depois, dispersos das ordens e congregações e pelos acontecimentos conseqüentes, o padre trabalha como servente, jardineiro e eletricista. Por outro lado, continua em segredo sua ação pastoral, celebra missa nas famílias, confessa dá direção espiritual e organiza retiros. No tempo livre continua o já começado uma série de livros “Ascética e Mística do Amor” a qual completa em seis volumes. Anuncia uma espiritualidade positiva, que devemos praticar não somente algumas virtudes, mas devemos transformar toda nossa personalidade “ser Jesus”, como melhor ser personalidade do amor. Leva-nos a conhecer o caminho da vida espiritual e deseja que este conhecimento seja próprio dos diretores espirituais, mas, todas as pessoas que Deus chama para a maior perfeição tenham a oportunidade. Mis tarde isso é aprovado pelo documento do Vaticano II “Lummen Gentium” (nº 40). Na igreja todos estão convidados para a vida de santidade.  

  

Em 23 de agosto de 1955, junto com vários companheiros, foram presos. Aqui encontra uma amizade para a vida toda com o padre “Vácz Jenö sj. Aqui redigiram o sonho de ambos sobre comunidade paroquial de amor. Depois de soltos em 1956 nasce o livro mais novo “Comunidade paroquial crescida do amor”. A edição desse livro só foi possível depois da mudança do regime político com o prefácio do próprio padre Vácz Jenö. 

Em 1957 recomeçou o processo contra o Pe. Tibor o qual poderia resultar novamente em uma prisão por isso deu início a uma vida fugitiva. Em 1958 retiraram as ações jurídicas contra ele. Em 1967 como cobrador do dízimo na igreja, se aposenta.

Por causa de novos incômodos, em 1973 se exila no leste europeu. Em Roma encontra com o Pe. Geral e seu assistente então com seu auxílio estabelece-se em Munique. Por causa de seu sobrenome alemão, recebe cidadania alemã e conseqüentemente pertencerá a província alemã do SJ. Trabalha como capelão em um hospital e dá retiros em vários lugares, direção espiritual para leigos, padres e religiosas. Já não tem mais plena saúde quando viaja para a América do Sul, Brasil, para estabelecer também lá a sua obra.

  

No dia 23 de fevereiro de 1982 termina sua vida terrena. Está enterrado em Pullach, no cemitério dos  Jesuítas.

Em vida ainda edita alguns dos seus livros no exterior, com o pseudônimo e somente após a mudança de regime na Hungria, com a licença da Ordem SJ, usa seu próprio nome. Os seus livros seguem o grau estabelecido conforme a espiritualidade com os específicos títulos: Amor nossa força de vida; Cristo é nossa tarefa de vida; Auto-entrega a Deus; Nossa união com Deus; Enraizar Nele; Desabrochar a nossa personalidade.

Encontramos ainda já editado os outros livros trazendo a sua espiritualidade: Amor, êxito e felicidade; Profundidade do amor; Conversando Contigo; Prática da missa de vida; Humanidade nova. Seus livros ainda não editados está sendo providenciado pela Comunidade Vinculum Caritatis.