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Autobiografia De Helena (Ilona) Bárány

Nasceu no dia 16 de fevereiro de 1922 em KövágóörsHungria. Formou-se no ginásio de Santa Ângela das Irmãs, Ursulinas, em 1940 no bairro Buda em  Budapeste.

Junto com outras colegas, nos anos de ginásio, fundaram a Congregação Mariana. Na idade de dezoito anos conheceu, durante um retiro, o padre Palankay, mais tarde solicitou sua direção espiritual.

Após a formatura, ingressou na faculdade de medicina de  Pázmáy Peter em Budapeste. Terminando a faculdade, mas não obteve a graduação pois a finalidade de sua vida não era ser médica, mas o trabalho apostólico pelo Reino de Deus.

Em 1942 iniciou a divulgação do livro do Pe. Palankay com  o título  “Pelo anel de noivado”. Por intermédio do padre, conheceu outras moças que também faziam direção espiritual e organizaram a  Academia Ideológica Católica das Moças dentro da Associação dos Estudantes Universitários. Esta Academia Ideológica iniciou-se no outono de 1942, em Budapeste, com centenas de participantes, estendendo-se para outras cidades na Hungria. Foi eleita vice-presidente da Associação dos Estudantes Católic

Em 1942 optou por não casar, mas trabalhar no mundo pelo Reino de Deus, mesmo que posteriormente se preparasse para a vida familiar.  Com a licença de seu diretor espiritual assumiu os votos particulares por um ano. Fez parte da edição e divulgação de um pequeno folheto: “Minha querida Irma”, iniciado pelo padre. Viajou para várias cidades organizando a Academia Ideológica. Em 1943 o padre foi convocado para o serviço militar e o retiro por ele anunciado foi realizado por Helena (Ilona) Barany. Na volta do serviço militar, em 1944, o padre pediu que  ela assumisse a direção da linha das moças, porque  ele gostaria se dedicar totalmente para a pastoral das famílias.

Em 1944, quando o padre foi transferido para Kispest e na Rua Maria, número 25, conseguiram um local de cozinha da Associação do Coração de Jesus para ser o escritório do grupo das moças iniciou o movimento CORAÇÃO, entre outros, paraque, em pequenos grupos, as moças se encontrassem. Iniciaram a oração da hora santa das famílias em casa e posteriormente o Movimento Expiatório das Moças. Para a formação dos apóstolos leigos organizaram cursos de lideranças neste mesmo local. Depois renunciou ao seu cargo de vice-presidente da Associação dos Estudantes Católicos Universitários, porque queria desenvolver atividades não com as moças universitárias, mas com as moças operárias.

No último ano de medicina passou na cidade de Budapeste que estava sitiada, quando a convocaram para trabalhar com soldados feridos de guerra no leste da Europa, mas  ela não foi.

De 1948 a 1950 adquiriu o diploma de catequista e continuou com toda sua força no seu trabalho apostólico. Junto com as moças, foi para interior dando conferências sobre a vida espiritual e o matrimônio cristão, sobre o verdadeiro amor cristão. Visitava todas as paróquias de Budapeste divulgando a “Hora Santa das Famílias”, inclusive com a recomendação do Bispo essa divulgação foi feita em outras cidades também.

 

Em 1948 encontrou o documento do Papa Pio XII  “Provida Mater Ecclesia” e começam a conversar e estudar o conteúdo desse documento.

No dia 23 de janeiro de 1949 fundaram o Instituto Secular denominado Comunidade Vinculum Caritatis”. Helena (Ilona Barány) foi eleita responsável pela Comunidade por um ano. Ela procurou Monsenhor Drahos János, levando a notícia da fundação do Instituto e conforme a sua orientação e conversações junto ao referencial do Direito Canônico, estudaram as Constituições de outras Congregações, começaram a elaborar a Constituição dessa Comunidade.

Em 1950 foi eleita novamente como responsável geral do Instituto. Nesse mesmo ano fez seus votos perpétuos. Após a morte de seu pai, ela precisava trabalhar em administração. Neste mesmo tempo ficou doente do coração, e por motivos de faltas no trabalho, foi demitida. Durante esse tempo continuou sua vida dentro do Instituto, dando formação, recebendo o relatório dos membros e reuniões mensais.

Em 1955 foi presa com a acusação de complô contra o Estado, condenada por sete anos junto com mais cinco moças da Comunidade. Essa acusação, mais tarde, foi mudada para ação contra a lei de formação de grupos religiosos. Em 1956 todas as moças  receberam a liberdade. Depois disso, trabalhou em vários lugares, creche, cuidando crianças. Durante sete anos trabalhou como administradora no Hospital Psiquiátrico Nacional da Hungria.

No ano de 1960 em Zebegény havia retiro e formação para oito noviças; a polícia secreta descobriu esse evento e, após isso, houve várias revistas nas famílias de quem estava participando do evento. Em 1965 foi investigada novamente pela polícia e sua irmã sofreu ameaças por causa dessa situação. Durante todo esse tempo foi vigiada pela polícia federal do regime comunista.

Em 1969 foi procurar alguns  membros da Comunidade na Áustria; pouco tempo depois foi trabalhar em München (Alemanha) onde permaneceu como secretária do Monsenhor Ádám György, delegado pelo  Vaticano, responsável pela Comunidade Húngara por seis anos

Aqui editou o primeiro volume da ascética do padre Palankay: “Életerönk a szeretet” (“Amor nossa força de vida.”). Vários padres húngaros auxiliaram nesse trabalho e, em especial, um que possuíauma tipografia em St. Gallen (Suíça).

Foi recebida várias vezes em Viena pelo cardeal primaz Mindszenty com quem conversou sobre a Comunidade, seus livros e sobre a formação do apostolado dos leigos. O cardeal Mindszenty ofereceu auxílio financeiro para o trabalho da Comunidade.   

Em 1973 o padre Palánkay também se estabeleceu em Munique, onde continuaram a trabalhar juntos.  Helena (Ilona) acompanhou e cuidou do padre Palánkay durante a doença, até a sua morte em 1982.  Depois, voltou a morar na Áustria, em Linz. Várias vezes visitou  os membros da Comunidade no Brasil.

 Após a mudança do regime de governo, voltou a morar na Hungria. Assumiu novamente a direção da Comunidade Vinculum Caritatis.

Com o seu auxílio, em 1994, Roma reconheceu oficialmente a Comunidade Vinculum Caritatis como Instituo Secular, sendo o primeiro Instituto Húngaro reconhecido. Após o reconhecimento, no Conselho Geral do Instituto foi reeleita como Coordenadora Geral do Instituto.

 Suportou  a doença de Parkinson com muita resignação,  trabalhando até a morte em 04 de maio de 1997 em Budapeste com a idade de 75 anos.